“É sempre um enorme orgulho pegar na nossa terra”

Os Amadores da Chamusca vão pegar no Festival Misto de Beneficência, a 6 de Abril, e o cabo, Nuno Marecos revela que para o grupo é sempre um orgulho pegar na sua terra

O Grupo de Forcados Amadores da Chamusca, que comemora esta temporada 45 anos de existência vai pegar no dia 6 de Abril no Festival Misto de Beneficência. Para o cabo, Nuno Marecos é sempre um orgulho pegar na sua terra, principalmente num ano de festa. “É sempre um enorme orgulho pegar na nossa terra, desta vez com a responsabilidade acrescida de ter entre nós e a tourear, na nossa terra, algumas das primeiras figuras do escalafón internacional”, revela Nuno à Tauronews. E acrescenta: “A praça de toiros da Chamusca é e sempre será a praça mais importante para o Grupo de Forcados Amadores da Chamusca”.

Sobre as comemorações dos 45º aniversário, o cabo revela que muitos serão os momentos de festa ao longo da temporada. “Este ano o Grupo de Forcados Amadores da Chamusca comemora o seu 45º aniversario e será, sem dúvida, uma temporada especial onde não faltarão momentos marcantes ao longo da mesma. Tenho a felicidade de fazer parte desta família há 28 anos e comprovo que os valores partilhados pelos nossos fundadores e que nos foram transmitidos pelos nossos ex-cabos se mantêm bem vivos dentro da nossa instituição: amizade, lealdade, humildade, galhardia e um sentido de enorme respeito pelo toiro e pelo público”, revela Nuno Marecos. E acrescenta: “Estes serão sempre os motivos que nos movem nesta caminhada de 45 anos e que certamente serão as nossas directrizes para o futuro”.

Como forcado Nuno está há 28 anos nos Amadores da Chamusca e revela que o pior momento que vive enquanto cabo são “as lesões dos elementos do grupo que serão, sem sombra de dúvida, o pior momento de qualquer cabo. Por outro lado, o melhor momento que tenho como cabo é quando vejo um miúdo ir para a cara de um toiro pela primeira vez, pois é gratificante para mim ver a alegria contagiante com que o fazem. Fico de coração cheio por saber que o grupo tem continuidade e que os valores que nos caracterizam estão a ser bem passados por entre as várias gerações”, termina.

 

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