Após os vários mails que a CMS recebeu sobre a possibilidade da não realização das corridas da Feira do Ribatejo na Monumental Celestino Graça, a CMS respondeu aos aficionados com o seguinte comunicado:
Gostava de relembrar que este executivo sempre defendeu as tradições do nosso concelho e muito em especial a tauromaquia, como ainda recentemente o demonstram entre outros, a adesão à Associação Portuguesa de Municípios com Tauromaquia, assim como eu próprio ter sido umas das 125 pessoas que assinaram a “Carta Aberta pela Liberdade de Programação na RTP” contra a proposta de proibição de corridas de toiros na estação pública de televisão.
A Câmara Municipal de Santarém (CMS) sempre apoiou a realização das corridas de toiros em Santarém e novamente o fez relativamente às corridas agendadas para os próximos dias 10 e 12 de junho, e, como é público, mais uma vez adquiriu à Praça Maior bilhetes para distribuir pelas Juntas de Freguesia do Concelho.
Desde que, na passada sexta-feira, foi conhecido o parecer da Delegada de Saúde do ACES, que nos temos desdobrado em contactos com as mais diversas entidades (ACES/PM/SEAS/DGS/IGAC/PSP, etc.) para ultrapassar esta situação, mas lembro que a CMS não tem tutela sobre nenhuma destas entidades, todas dependem de tutela de Ministérios do Governo.
A Delegada de Saúde do ACES Lezíria emitiu um parecer onde limita o que está definido nos acordos com o IGAC. Neste parecer, limita a lotação da praça, não aos 50% espectáveis, mas a 30%, ou seja 3500 espectadores.
Dos diversos contactos realizados, resulta que a Delegada de Saúde do ACES emitiu esse parecer, porque a PSP deu um parecer negativo para a realização das corridas de toiros, por motivos de segurança.
Hoje continuaremos a fazer novos contactos para que a situação possa ser ultrapassada, e que se encontre uma solução entre todas as entidades. Iremos sentar todos à mesma mesa, porém, como já referi, a Câmara Municipal de Santarém não tutela nem o ACES nem a DGS, são entidades que respondem ao Ministério da Saúde (MS), assim como a PSP responde ao Ministério da Administração Interna (MAI).
Já disse à Praça Maior que não percebo porque aparecem a CMS e o IGAC nos destinatários para se mostrar indignação, pois foram sempre entidades que estiveram, desde o primeiro dia, na solução que defendem, e não aparecem o Ministério da Saúde e o Ministério da Administração Interna, que são as entidades que têm poder para alterar os pareceres que foram emitidos.
Contem sempre connosco para defender o nosso património cultural tauromáquico.










