Cabo do Real Grupo de Moura: “O melhor momento foi a nossa ‘encerrona'”

O cabo, Valter Rico, do Real Grupo de Forcados Amadores de Moura, confessou à Tauronews que o grupo teve uma temporada positiva. 

Como correu a temporada 2019 para o grupo? Quantas corridas realizaram?

A temporada 2019 foi positiva, Graças a Deus , tirando às lesões que são sempre o lado negativo da temporada. Realizamos 12 corridas , penso que foi um número positivo e também pelo facto de termos feitos várias corridas importantes.

Qual foi o forcado revelação ou que destaca, dentro do grupo, nesta temporada?

Não tenho por hábito destacar forcados , neste caso prefiro destacar a coesão do grupo em si quer forcados de cara quer os ajudas penso que o segredo da boa temporada passou por esse dois pontos onde conseguimos dar sempre o nosso melhor para que tudo sai como desejamos.

Que momento, melhor ou pior, realça da temporada em geral?

O melhor momento foi se dúvida a nossa ” encerrona” na praça da nossa terra em dia de aniversário onde tivemos uma noite perfeita como grupo no seu todo.
Infelizmente, o momento negativo desta época são, sem dúvidas, as lesões, onde tenho que realçar a lesão de um dos nossos forcados mais experientes e mais antigos de grupo o Cláudio Pereira, na corrida de Évora, onde fez uma fractura do colo do fémur. Felizmente e Graças a Deus já se encontra a recuperar a olhos vistos e esperamos que rapidamente possa estar de volta visto ser um dos pilares, actualmente, do nosso grupo.

Quais os planos para temporada 2020?

Os planos para 2020, passa sobretudo por continuarmos a passar a escola de grupo e tentar acima de tudo manter a Tauromaquia viva e a manter a figura do forcado amador dignificada e obviamente tentar pegar em praças importantes e manter o registo destes últimos anos sempre com o objectivo de dar oportunidade aos mais novos porque o futuro do grupo passa por eles.

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