O conhecido cirurgião António Peças foi acusado por meio de cartas anónimas que alegam a sobreposição ilícita de serviço.
Os alegados factos foram trazidos à luz pelo Observador reportando-se primeiramente a uma situação ocorrida na praça de toiros de Évora.
O médico estaria simultaneamente de serviço ao helicóptero do INEM e da corrida de toiros, tendo recusado fazer o transporte de um doente do hospital de Évora para Lisboa alegando estar doente.
O director de corrida, Marco Gomes ter-se-á queimado nos chuveiros do balneário da praça e terá sido assistido pelo Dr. António Peças.
Esta situação ocorrida pouco antes da corrida começar (pelas 17h) terá gerado confusão, já que pouco mais de meia hora depois o médico estaria a vomitar devido a uma gastroenterite, motivo pelo qual solicitava que o transporte do doente se fizesse por terra.
O médico explicou que a presença na praça previamente à corrida foi breve e apenas para confirmar a conformidade dos equipamentos e eventual assistência médica e que não esteve na corrida ao contrário do que a carta anónima quer fazer crer.

