O cabo do Grupo de Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense, João Pedro Ávila, revela uma grande satisfação, relativamente, à época 2019.
Tauronews: Como correu a temporada 2019 para o grupo? Quantas corridas realizaram?
João Pedro Ávila: Foi uma temporada 2019 em crescente no que toca ao nosso desempenho. Com o decorrer da época o grupo foi melhorando e acabámos por ter um final de época muito positivo. Realizámos dez corridas no total: três no Continente e as restantes nos Açores, onde actuámos em todas as corridas da Região, o que para nós é um orgulho.
Qual a corrida que destaca desta temporada?
Para o GFATTT todas as corridas são de compromisso e grande significado e representam mais uma página na história do nosso grupo. Pisar praças como as das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge, do Campo Pequeno, de Abiul e de Coruche representa uma honra e importância enorme para o nosso grupo.
Qual foi o forcado revelação ou que destaca, dentro do grupo, nesta temporada?
Destacaria a nossa juventude, dado que o número elevado de jovens que despontaram foi o aspecto mais positivo. Sendo certo que algumas vezes possamos pagar a factura pela falta de experiência, em relação ao futuro vão dando indicadores de que têm os princípios e valores que o grupo representa e exige.
Que momento, melhor ou pior, realça da temporada em geral?
Os melhores momentos passaram pelo nosso desempenho no Campo Pequeno, na ilha da Graciosa e em Coruche. O pior momento passou pelo nosso início de época, em que começámos a temporada com as nossas Sanjoaninas e o Grupo não conseguiu estar ao nível pretendido.
Quais os planos para temporada 2020?
Temos desafios importantes e queremos estar ao nível dos mesmos, procurando, com isso, dignificar ao máximo o GFATTT e a Região Autónoma dos Açores.










