Resumo Vila Franca de Xira: 2 de outubro

A corrida de homenagem aos matadores de touros Vilafranquenses, supostamente em exaltação do toureio a pé, e com a participação de quatro jovens matadores portugueses, não atraiu público suficiente para preencher mais de um terço da lotação da Centenária Palha Blanco.

Infelizmente faltou o merecido apoio a quatro valentes que enfrentaram um sério curro de Oliveira Irmãos, toiros com idade (cinqueños) e trapio, talvez demasiado para a circunstância. Dos oito toiros saídos, dois foram bravos (7º e 8ºbis), três cumpriram vindo de mais a menos (1º, 3º e 5º) e três revelaram mansidão e génio (2º, 4º e 6º), todos eles com as exigências próprias da idade.

Dos matadores registam-se as boas maneiras e as pinceladas de arte de António João Ferreira, a boa disposição de Nuno Casquinha, ante um lote sem opções de triunfo, e a noite não de João Diogo Fera, nervoso e desconfiado, enquanto Joaquim Ribeiro “Cuqui” esteve diligente e artista no seu primeiro que veio a menos, para alcançar o êxito grande no segundo (toiro a romper com bravura e a justificar a chamada ao ganadeiro), em faena com vibração, assentamento e estética.

Realce ainda para a excelente brega e bandarilhas de João Oliveira, Cláudio Miguel e João Ferreira, efetivamente trio de luxo na classe dos subalternos.

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