Rafaelillo homenageado pelo Clube Taurino Italiano

O matador de toiros espanhol Rafael Rubio Luján, conhecido por Rafaelillo, foi ontem homenageado pelo Clube Taurino Italiano nas cidades de Milão e Turim, num evento no qual participaram sócios de diversas cidades, como Roma, Génova, Veneza ou Florença.

Rafaelillo confessou que é “toureiro por vocação desde os dez anos de idade”.

E contou como nasceu a paixão pela tauromaquia que o conduziu a enveredar pela arte de tourear: “Tudo aconteceu quando fui com o meu pai ver o maestro Manzanares, o maior de todos os toureiros, numa corrida em que se encerrou com seis toiros em Alicante. Foi uma faena extraordinária e dela senti uma energia especial entrar no meu corpo, uma magia que nunca tinha sentido antes e da qual nunca me esquecerei. Desde então, prometi a mim mesmo que seria toureiro. Mananares (pai) foi e continua a ser o meu ídolo, é alguém a quem devo muitíssimo”.

Sobre a sua decisão de querer ser matador de toiros e de, para concretizar o seu sonho, ter de sair de casa com apenas doze anos de idade, Rafaelillo reconheceu que “foi maus duro do que se poderia imaginar e daquela época apenas levo os bons momentos”. E rematou: “Nunca perdi a confiança em mim mesmo, nem a ilusão de ser toureiro”.

Rafaelillo tomou a alternativa em Múrcia, a 14 de Setembro de 1996, tendo por padrinho Enrique Ponce e como testemunha Francisco Rivera Ordóñez. Nesta temporada, saiu em ombros pela porta grande de Pamplona, após ter cortado duas orelhas a toiros de Miura.

 

Fotografia: Twitter / Rafaelillo

 

 

 

 

 

Fotografia: navarra.com

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