Las Ventas: Feira de Santo Isidro de 2018 apresentada a 8 de Março

Rafael García Garrido, gestor da Plaza 1 e Nautalia Management, falou sobre diversos assuntos relacionados com a gestão da Monumental Praça de Toiros de Las Ventas, em Madrid, ao site taurino espanhol Cultura de Bou.

Sobre o novo Departamento de Representação criado pela Nautalia Management, cujo primeiro cliente será o matador de toiros valenciano Román Collado, Garrido disse que uma empresa com mais de 800 trabalhadores tem de se adaptar às circunstâncias e assumir novos projectos: “Levamos já um ano e um mês no mundo dos toiros. Estamos a limar ideias e a empreender novos projectos. O último exemplo é o a secção de apoderamento que concebemos para Román. Nacho Lloret e eu levámos algum tempo a construir esta ideia, sempre com os olhos postos nos esquemas que observamos na indústria do entretenimento”.

Sobre a próxima Temporada em Madrid, Garrido promete algumas novidades: “Na primeira quinzena de 2018 iremos anunciar uma série de mudanças na Praça de Las Ventas que vão surpreender, uma vez que falamos de alterar coisas que nunca foram alteradas”.

E acerca da Feira de Santo Isidro, o empresário adiantou a data da sua apresentação: “Haverá também uma grande gala de apresentação da Feira de Santo Isidro de 2018, que terá lugar no dia 8 de Março. Simón Casas encontra-se a preparar detalhada e minuciosamente os cartéis”.

Relativamente à Temporada de 2017, García Garrido entende que Madrid “teve um grande arranque de temporada” e confessa estar “contente com os espectáculos de Setembro e com a Feira de Outono”. No entanto, admite que os festejos realizados no Verão não correram como o esperado, “muito por força do problema das licenças que acabaram por limitar a nossa actuação”.

Já numa vertente mais política, Garrido atirou que “no âmbito da programação taurina ainda há muita politização”. E acrescenta: “As instituições políticas limitam muitíssimo a capacidade de inovar. Mas também há um problema de pouca unidade entre os empresários tauromáquicos, o que impede que se possam desenvolver projectos conjuntos que sejam favoráveis a todos e que ajudem a resolver problemas que todos sabemos que existem”.

 

 

 

 

 

 

 

Fotografia: Plaza 1

 

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