João Ribeiro Telles: “Gostava de debutar em Sevilha”

O cavaleiro João Ribeiro Telles revela à Tauronews o que sente quando entra em praça para lidar um toiro. Revela também que gostava de debutar em Sevilha. 

João Ribeiro Telles tem a temporada praticamente remata. A Tauronews esteve à conversa com o cavaleiro que nos revelou alguns dos seus desejos e revelou o que quer transmitir ao seu público. “A preparação tem sido bastante intensa, mas não podia estar a correr da melhor maneira. Temos toureado muita vaca e montado muito a cavalo e temos toureado em muitas ganadarias e, desde já, também quero agradecer a todos que tem ajudado com as vacas”, revela João.

A quadra do cavaleiro aumentou nesta temporada. “Tenho bastantes cavalos novos na minha quadra e há alguns que tenho que dar destaque, como é o caso do Ilusionista, um cavalo com ferro do Jorge Ortigão Costa. É um cavalo que transmite muito e penso que pode marcar a diferença. Também tenho um cavalo com o ferro do Sr. António Paim, que se chama Lusco Fusco, é um cavalo também bastante habilidoso e que já está bastante adiantado e posto”, conta o jovem Ribeiro Telles..

Depois há outros do meu ferro que se chamado, Ilustre, Iluminado, tenho aqui vários e penso que todos eles tem qualquer coisa que apontam para poderem vir a tourear este ano.

Com a “temporada praticamente remata, há muitas corridas já feitas e como sabem não é o meu gosto tourear muita corrida. Sou mais pela qualidade do que pela quantidade, mas a seu tempo, as outras corridas serão anunciadas, apesar de já haver algumas já anunciadas, como é o caso de Lisboa, Coruche, Santarém e Beja e também vou aos Açores”, revela João.

Uma das corridas que João gostava de tourear era em “Sevilha. Gostava de debutar em Sevilha, acho que é o sonho de qualquer pessoa que queira ser figura do toureio é tourear em Madrid, Sevilha e Lisboa. Já estou anunciado em Madrid e Lisboa, e gostava de estar anunciado em Sevilha. As coisas são complicadas para tourear em Sevilha, como todos sabemos, porque está muito fechado, mas espero um dia poder tourear lá”, desvenda.

João Ribeiro Telles confessa que “não entro para uma lide a pensar no que vou transmitir ao público, acho que a tauromaquia é uma arte e como qualquer arte é feita de sentimentos, é uma obra que não pode ir estudada. Tem que ser o que sai no momento e quando o que sai, no momento, e estamos inspirados, sem dúvida, que fica uma obra bem feita e isso é o que pretendo transmitir ao público. O público é quem merece o maior respeito e depois pelo toiro e pelo cavalo. Depois quando juntamos isto tudo e estamos inspirados e sai tudo a 100%, acho que é das obras mais bonitas que se pode ver no mundo”, termina.

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