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Existem aqueles que levam à risca o famoso “não tragam nada” e depois há os outros. Esses que não conseguem chegar de mãos vazias, sempre aparecendo com uma garrafa, flores, uma sobremesa ou aquele pequeno presente pensado especialmente para o anfitrião. Independentemente do que seja, é essencial trazer algo. Essa prática pode esconder alguns traços de personalidade bastante reveladores.
Certamente, isso não significa que uma pessoa que chega sem nada seja menos generosa ou atenta. A nossa educação, cultura e hábitos familiares têm uma grande influência.
Mas se você é uma daquelas pessoas que sente quase sempre a necessidade de trazer algo quando é convidado, talvez se reconheça em alguns destes 9 traços.
1. Tem uma atenção especial pelos outros

Antes de chegar, você pensa no que poderia alegrar o anfitrião.
E muitas vezes, as suas escolhas não são aleatórias.
Você lembra do chocolate favorito, do vinho que ele gosta ou daquela sobremesa que já foi mencionada.
Esse gesto simples demonstra que você realmente escuta os outros e retém o que eles partilham.
2. Possui um forte sentido de reciprocidade
Quando alguém o convida, você sente vontade de retribuir.
O anfitrião prepara a refeição, faz as compras e organiza a casa, dedicando tempo a você.
Chegar com algo torna-se, então, a sua forma de participar.
Você não quer apenas “dar de volta” o que receber, mas mostrar que valoriza a atenção recebida.
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3. Nota os pequenos detalhes

Você provavelmente retém informações que os outros esquecem.
Uma fragrância favorita, uma bebida preferida, uma conversa do passado…
E esses pequenos detalhes ajudam a agradar.
4. Gosta de cuidar dos outros
Nem todos expressam seu carinho da mesma forma.
Alguns utilizam palavras, outros a presença, e alguns preferem fazer isso com pequenos gestos.
Trazer algo pode ser a sua maneira de dizer: “Estive a pensar em você”.
E, no fundo, não é o valor do que traz que importa, mas a intenção que lhe está subjacente.
5. É sensível às regras de etiqueta

Chegar de mãos vazias parece quase uma anomalia para você.
Talvez tenha crescido com essa regra: quando se é convidado, traz-se algo.
Portanto, mesmo quando o anfitrião repete “realmente, não traga nada”, você já tem em mente uma pequena atenção.
É mais forte que você.
6. Gosta de antecipar
Para trazer algo, é necessário pensar nisso antes.
Ir ao florista, comprar uma garrafa, preparar um bolo ou escolher um presente pequeno exige um mínimo de organização.
Essa prática pode refletir a sua tendência de antecipar.
Você geralmente prefere planejar do que improvisar à última hora.
7. É generoso

A sua generosidade não precisa manifestar-se através de presentes grandiosos.
Ela pode, na verdade, residir nas pequenas coisas.
Você gosta de compartilhar, oferecer e contribuir para tornar um momento mais agradável.
E não precisa de uma ocasião especial para isso.
8. Valoriza a gratidão
Ser convidado por alguém é algo que você não considera garantido.
Você sabe que receber envolve tempo, energia e, por vezes, bastante preparação.
A sua pequena atenção torna-se, portanto, uma forma de agradecer mesmo antes da ocasião ter começado.
Um gesto simples para mostrar ao anfitrião que você aprecia o convite.
9. Aprecia suas relações

No final, esse hábito pode revelar algo muito mais profundo.
Você provavelmente compreende que as relações não se constroem apenas com grandes declarações ou momentos excepcionais.
Elas são alimentadas especialmente por uma multiplicidade de pequenas atenções.
Manter contato, lembrar-se de datas importantes, oferecer ajuda… ou simplesmente nunca chegar de mãos vazias.
Isoladamente, esses gestos podem parecer pequenos.
Mas, acumulados ao longo do tempo, podem contribuir para criar relações muito mais calorosas.
Esse pequeno gesto pode dizer mais do que se imagina
É claro que chegar com uma garrafa de vinho ou um bouquet de flores não resume toda uma personalidade.
A nossa cultura, educação e hábitos familiares influenciam fortemente o nosso comportamento ao sermos convidados.
Contudo, para algumas pessoas, essa prática reflete bem a sua forma de encarar as relações, como pensar nos outros, notar os detalhes, antecipar e expressar a gratidão.
No fundo, o mais revelador talvez nem seja o que você traz, mas simplesmente o fato de que, antes de atravessar a porta, você pensou na pessoa que o receberia.
E você, prefere respeitar o “não tragam nada” ou é incapaz de chegar de mãos vazias?
Este artigo é apresentado a título informativo e reflexivo. Não constitui, de forma alguma, um parecer médico, psicológico ou profissional. As noções aqui abordadas são baseadas em pesquisas publicadas e observações editoriais, e não resultam de uma avaliação clínica. Para a sua situação específica, consulte um profissional qualificado.




