Uma influenciadora de 80 anos revela 6 regras de vida que os jovens não gostam de ouvir

No meio da vida noturna nova-iorquina, algumas figuras tornam-se lendas. As suas influências frequentemente vão além do seu tempo. Com o passar do tempo, elas reinventam-se e conquistam novos públicos. As redes sociais têm permitido que personalidades inesperadas voltem à ribalta. **A idade** já não é um impedimento à **visibilidade** ou à **expressão**. Algumas vozes continuam a provocar reações, independentemente da geração, como as regras de vida que os jovens preferem ignorar.

Um ícone da vida social e antiga figura mediática, Nikki Haskell destacou-se como produtora e apresentadora do seu próprio programa de televisão. Conhecida como a “**rainha da vida noturna** de Nova Iorque”, reinventou-se agora no TikTok, onde partilha conselhos de vida e atitude para um público intergeracional.

Seus conselhos distanciam-se dos habituais discursos suavizados do desenvolvimento pessoal; são **diretos** e **sem rodeios**. Algumas das suas afirmações podem parecer bruscas ou desconcertantes para os mais jovens, mas é precisamente esta **franqueza** que lhes confere o impacto. Sob essa abordagem sem filtros, esconde-se uma visão **pragmática** da vida, focada na experiência e na eficácia, em vez de na delicadeza das palavras.

6 regras de vida que os jovens não gostam de ouvir

1. Cesse de se lamentar

regras de vida que os jovens não gostam
Imagens Pexels e Freepik

“**Não perca tempo a se lamentar**”, declara Haskell. “As pessoas avançam, e você também deveria.” As transições nunca são fáceis, mas a maneira como as enfrentamos pode transformar a nossa **perceção** de nós mesmos.

Em vez de ficarmos presos no passado ou nos projetar no futuro, vamos viver o momento presente e esforçar-nos por **apreciar** onde estamos, mesmo que seja difícil. Lamentar-se pode parecer confortável, mas quanto mais nele nos instalamos, mais difícil se torna sair. Como diz Haskell, quanto menos nos lamentamos, melhor ficamos.

2. Ouse fazer o que o deixa ligeiramente desconfortável

“**Se não está disposto a correr riscos, nunca terá sucesso**”, afirma Haskell, partindo do princípio que a mudança é a única constante. Experimentar novas experiências é uma forma de preservar a nossa **agilidade mental** e **estabilidade espiritual**.

Sair da nossa zona de conforto demonstra que somos capazes de enfrentar desafios e ter **sucesso**, mesmo quando o terreno parece instável.

Manter uma rotina é importante para o nosso **bem-estar mental**, mas também devemos ultrapassar os limites das nossas capacidades. Quem sabe, podemos descobrir uma nova paixão simplesmente por experimentar algo novo.

3. Aprenda a convencer-se a ser feliz

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“**Mesmo que não sinta assim, convença-se do contrário**”, sugere. “Diga a si mesmo: ‘Estou a ter um ótimo momento e sou feliz.’” Haskell defende a abordagem “**Faça como se** até que isso se torne verdade” para a saúde mental. Desenvolver a nossa felicidade, mesmo que não a sintamos plenamente, traz benefícios inegáveis.

Entregar-se a emoções negativas mantém-nos num estado **deprimente**. Ao prestarmos atenção nas pequenas coisas simples que nos trazem alegria diariamente, podemos sentir-nos **mais felizes**.

Considere a felicidade como um músculo a ser exercitado. Saboreie aquele primeiro gole de café. Admire o pôr do sol. Foque-se no que ama, e o seu humor poderá melhorar.

4. Não gaste a sua energia em coisas que não pode controlar

Outro aspecto de viver plenamente no presente é desprender-se do desejo de **controlar** tudo. **Só podemos controlar a nós mesmos**. E, muitas vezes, aquilo que conseguimos dominar é apenas a nossa reação aos acontecimentos ao nosso redor.

Em vez de nos sentirmos irritados ou frustrados com as dificuldades da vida, podemos respirar fundo e enfrentar os desafios com **serenidade**. Segurar-se ao que está fora do nosso controle esgota-nos.

Umestudo publicado no Journal of Behavioral Medicine revelou que a ruminação mental (o hábito de reviver emoções negativas como raiva ou ressentimento) está associada a níveis mais elevados de **stress**, **depressão** e **fadiga psicológica**.

Os investigadores concluíram que este mecanismo mantém o corpo num estado de **tensão prolongada**, prejudicando a recuperação emocional e a resiliência.

5. Não se deixe estagnar e mantenha a curiosidade

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“A **curiosidade** é a sua ferramenta mais poderosa”, aconselha Haskell. Expandir os nossos conhecimentos e habilidades mantém-nos jovens, pois o aprendizado de novas coisas estimula a **neuroplasticidade** do cérebro.

Pesquisas em psicologia mostram que as pessoas abertas a novas experiências aprendem mais facilmente, aumentam os seus conhecimentos e demonstram maior **flexibilidade cognitiva**.

6. Invista em si mesmo como prioridade

“**Invista sempre em si mesmo**. E invista sempre nos seus sonhos e projetos, o que é importante para si”, aconselha Haskell. Focando no que nos apassiona, podemos fortalecer a nossa **autoestima** e **autoconfiança**.

Umameta-análise envolvendo mais de 35.000 participantes mostra que a autoestima e a autocompaixão estão intimamente ligadas e desempenham um papel importante no **bem-estar psicológico**.

Os pesquisadores observaram que estes dois conceitos estão associados a uma maior **satisfação com a vida** e a menos sintomas de ansiedade ou depressão. O estudo conclui ainda que a autocompaixão e a autoestima são complementares na construção da resiliência e do bem-estar mental.

Amar a si mesmo passa por pequenos passos em direção ao bem-estar e ao futuro. Investindo no que amamos (e o que amamos, principalmente, é nós mesmos), tornamo-nos uma versão melhor de nós mesmos.

Conclusão sobre regras de vida que os jovens não gostam de ouvir

Através destas seis regras, a abordagem de Nikki Haskell lembra uma coisa simples: a vida exige tanto **clareza** quanto **coragem**.

Entre soltar-se, atrever-se, ser curioso e investir em si, os seus conselhos assentam na ideia central de **avançar**, em vez de permanecer parado.

Embora o seu tom possa parecer direto, às vezes até desconcertante, ele enfatiza uma filosofia pragmática: **aceitar o que não depende de nós**, agir sobre o que está sob nosso controle e continuar a evoluir sem esperar pelo **momento ideal**.

No final, esses princípios não buscam suavizar a realidade, mas sim ensinar a adaptar-se melhor a ela.

Este artigo é apresentado a título informativo e reflexivo. Não constitui, de forma alguma, um parecer médico, psicológico ou profissional. As noções abordadas baseiam-se em investigações publicadas e observações editoriais, e não resultam de uma avaliação clínica. Para a sua situação particular, consulte um profissional qualificado.

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